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Ronaldo Baker Segundo Chris Anderson, editor da Revista Wired e autor do livro Free, no futuro a maioria dos produtos e serviços serão oferecidos gratuitamente pela internet. É a economia do grátis, ou melhor, do falso grátis porque sempre tem alguém que paga a conta. À frente desta "nova" economia está a gigante Google com seus sistemas gratuitos de e-mail, buscadores e outros mais. Quem paga a conta? Os anunciantes e usuários de sistemas que a empresa comercializa, como por exemplo o AdWords. Então, parece que a economia do grátis não é tão nova assim e muito menos revolucionária. A televisão e o rádio também funcionam dessa forma há tempos. Os anunciantes pagam e nós ouvimos a música no rádio de graça. Talvez, a grande novidade da Economia Free está no disfarce do gratuito. Quem paga conta não está em evidência e a mídia, a internet, ainda está por ser descoberta. |
11/07/09 A economia do falso grátis Segundo Chris Anderson, editor da Revista Wired e autor do livro Free, no futuro a maioria dos produtos e serviços serão oferecidos gratuitamente pela internet. É a economia do grátis, ou melhor, do falso grátis porque sempre tem alguém que paga a conta. À frente desta "nova" economia está a gigante Google com seus sistemas gratuitos de e-mail, buscadores e outros mais. Quem paga a conta? Os anunciantes e usuários de sistemas que a empresa comercializa, como por exemplo o AdWords. Então, parece que a economia do grátis não é tão nova assim e muito menos revolucionária. A televisão e o rádio também funcionam dessa forma há tempos. Os anunciantes pagam e nós ouvimos a música no rádio de graça. Talvez, a grande novidade da Economia Free está no disfarce do gratuito. Quem paga conta não está em evidência e a mídia, a internet, ainda está por ser descoberta.
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